24/11 | Demi entre as celebridades mais comentadas de 2010 |
| O site brasileiro da Yahoo! fez uma lista com os dez famosos que mais foram notícia durante o ano de 2010. Demi Lovato ocupa a 4º posição da lista encabeçada pela aspirante à celebridade, Geisy Arruda. "A atriz e cantora Demi Lovato é a mais nova integrante no time das celebridades na reabilitação. A jovem se internou recentemente para tratar de problemas físicos e psicológicos ainda desconhecidos. Por ser uma estrela teen, seu problema foi extremamente comentado. Demi, que se apresentaria em novembro no Brasil junto com os Jonas Brothers, teve que cancelar sua participação no show." Para conferir a lista completa, clique aqui. |
| Postado por: Samara Zayane | 1 Comentário(s) |
24/11 | Empresário de estrela mirim fala sobre as pressões da carreira de Demi |
Matéria por: Hollywood Mom Blog Tradução e adaptação: Guilherme Jales e Angélica Masson O site americano Hollywood Mom Blog, destinado a mães e pais de jovens que estão no meio artístico, publicou um relato escrito pelo empresário Adam Feinsilver, responsável pela carreira da entrevistadora mirim Piper Reese. Ele fala sobre como presenciou as pressões enfrentadas por Demi durante a sua exigente rotina de shows e entrevistas. Confira! E se você fosse a estrela teen de seu próprio programa de TV? E se você também fosse uma estrela pop e fizesse filmes? Você seria como... o jovem mais legal do mundo! "Haters" não iriam te incomodar. Você faria o que quisesse, quando quisesse. Então, qual o problema com Demi Lovato? Todas as notícias que surgem é que ela está com problemas. Mas não é como você. Você não tem os mesmos problemas. Talvez seus pais não sejam divorciados. Talvez você nunca foi vítima de bullying. Você é o quê? Sortudo? Bem, continue lendo. Os tweets da Demi começaram a me chamar a atenção há algum tempo. Eles eram diferentes. Não pareciam ter sido escritos por um agente ou um representante. Quando as coisas preocupavam Demi, ela não se segurava. Ela abria seu coração nos seus tweets. Nós víamos os altos e baixos conforme aconteciam e seus fãs a amavam por isso. Ela se conecta com seu público, o que é algo que muitos artistas não sabem fazer. Era Demi sendo ela mesma. Da perspectiva de um pai, ela parecia uma menina doce lidando com questões complicadas. Minha cliente Piper Reese e eu vimos Demi no verão na turnê por shoppings "Shop 'Til You Rock!" em Glendale, Califórnia. Piper entrevistou o grupo Allstar Weekend no evento. Na verdade também pedimos uma entrevista de Demi no dia em que foi anunciada a participação dela na turnê, mas não conseguimos. Nós a vimos lidar com uma coletiva de imprensa. Demi estava doce como sempre, mas algo parecia errado. As TVs eram incansáveis, a bombardeavam fazendo perguntas às quais não sabiam as respostas, pois fora das suas matérias, Demi era apenas uma celebridade adolescente qualquer que tinha que ser entrevistada dentro do prazo exigido. São alguns desses mesmos repórteres que depois fariam matérias dizendo que Demi Lovato estava com problemas. Aquela tarde, Demi me pareceu uma adolescente sendo pressionada acima do limite. Não havia intervalo entre as entrevistas. Representantes de empresas corriam para empurrar produtos para ela e tirar fotos de publicidade. Isso já iria sobrecarregar qualquer adulto, quanto mais uma jovem de 18 anos. Não é uma situação da qual você possa culpar alguém. O evento era na verdade muito bem organizado, mas, como qualquer evento desse tamanho, havia tantos representantes e empresários envolvidos (além de milhares de fãs) que era sufocante... e Demi estava no meio disso. Se há alguém que cuida de Demi mais do que ninguém, esse é Jason Barnes. Ele é guarda-costas e tio da Demi. Ele estava lá parar proteger Demi de qualquer dano físico. Você pode pensar que Tio Jason poderia entrar e tirar Demi da multidão de repórteres e representantes se ela parecesse esgotada. Bem, não seria uma decisão fácil. Demi tem obrigações contratuais. Aquela multidão de adultos está ali por um motivo. Demi não pode simplesmente fugir toda vez que há pressão sobre ela. Há uma carreira e muito dinheiro em jogo. Vendo como ela se comporta, acho que decepcionar seus fãs seria sua maior preocupação. A estrela no centro de tudo não tem controle de todo esse circo. Ela tem seu assistente, seu empresário e seu tio/guarda-costas a guiando. Ao mesmo tempo, ela tem uma tonelada de outras pessoas a mandando fazer algo: fotógrafos, donos de lojas com "presentes", representantes de outras empresas envolvidas no evento... Não feche a cara, ou um fotógrafo esperto no ângulo ideal vai tirar uma foto sua de nariz empinado. A cada segundo e cada movimento estão sendo vistos por centenas de pessoas. Na verdade, eu impedi Piper de tentar tirar uma foto com ela porque senti que Demi estava lidando com muita coisa de uma vez só. Toda essa atividade ocorreu antes de Demi subir ao palco e antes do "Meet and Greet", quando uma multidão de fãs faz fila para conseguir uma foto e um autógrafo. Se Demi tivesse 4 horas para dar autógrafos, haveria uma fila de fãs de 6 horas. Não sei qual era a agenda dela para o resto do dia, mas tenho certeza que ela não ia para casa descansar depois dessa loucura toda. Talvez ela ainda tinha mais eventos, passagens de som, ensaios, viagem, gravações, reuniões de negócio... Quando histórias sobre Demi ter saído da turnê e entrado numa reabilitação começaram a aparecer na internet, soube imediatamente que a mídia iria se aproveitar disso tudo. Vimos uma matéria após a outra com pessoas que provavelmente nem sabem que programa de TV Demi faz, se dizendo experts para analizar Demi. Era preocupante e insuportável. Por outro lado, é parte do negócio. Os repórteres têm se focalizado em quais são os problemas de Demi. Eles não tem discutido o que há de errado com essa indústria. Então, talvez a sorte seja relativa. Talvez ter uma equipe de pessoas decidindo cada passo seu não é tão fácil quanto parece. Claro, há muito brilho, glamour e diversão, mas também há muito trabalho por trás das câmeras. Com certeza é divertido se ver nas revistas e ter fãs cantando suas músicas. Mas não é divertido ser jovem e ter um monte de pessoas mais velhas lhe observando, criticando e dependendo de você. Quando algo sai errado, não é legal ser a pessoa que é culpada. Quando tem alguma questão pessoal pra lidar, não é engraçado ter isso divulgado pro mundo inteiro. Vale a pena essa troca? Se realmente você sonha ser artista, talvez. |
| Postado por: Guilherme Jales | 6 Comentário(s) |
21/11 | Demi teria tido um motivo para agredir Shorty |
Como muitos boatos que estão sendo espalhados por ai, Demi, um pouco antes de ir para a clínica de tratamento, agrediu uma de suas dançarinas da turnê, conhecida por BGirl Shorty. Contrariando outros rumores, os quais dizem que Demi bateu na dançarina sem motivo algum, o Twitter @itsohsodemi diz que o motivo da agressão, teria sido porque a dançarina havia empurrado Demi, a provocava e ainda a insultava com palavras inadequadas. Diante disso, Demi reagiu e a agrediu. Confira o tweet original abaixo: @itsohdemi So.. whats going round is that Shorty was pushing Demi & calling her names & provoking her & THATS why Demi hit her. There was a reason. O que vocês acham? Será que a história é verdadeira ou falsa? Dê sua opinião. |
| Postado por: Rafaela Marone | 72 Comentário(s) |
22/11 | Episódio "So Random Holiday Special" |
Confiram o episódio, por enquanto em baixa qualidade, "So Random Holiday Special". Sem data para a estreia aqui no Brasil. Chad Dylan Cooper hospeda um totalmente produzido, alegre com o tema Sem Sentido! especial do feriado, com especial convidado musical de Joe Jonas. Esboços incluem Um Jonas para o Natal, Os 12 Dias de Sickmas com Vicky Gripe, Natal na Cozinha com Roadkill McGill e Natal com as Princesas Reais de Nova Jersey. Além disso, o episódio conta com números músicais de Tiffany Thornton, Joe Jonas e Demi Lovato. |
| Postado por: Giulia Furtado | 9 Comentário(s) |
22/11 | As angústias de Demi Lovato |
Matéria por: Revista Época Para as crianças e os adolescentes, Demi Lovato dispensa apresentações. Todos sabem quem ela é. Para os que têm pouco contato com o universo dos ídolos teen, informações básicas podem ser necessárias. Vamos a elas: Demi Lovato é uma estrela americana de 18 anos. É um desses talentos descobertos e formados pelos estúdios Disney. Canta, dança, interpreta, atua em filmes, séries de TV e viaja o mundo fazendo shows. O traço mais marcante de seu rosto é o sorriso. Um sorriso rasgado, gigante, realçado por dentes alinhadíssimos. Um sorriso que contradiz, sabe-se agora, as angústias que ela enfrenta há tempos. No início do mês, Demi cancelou sua participação nos shows que o grupo "Jonas Brothers" faria no Brasil. Crianças e adolescentes ansiosos para ver a moça ao vivo (ou pelo menos pelo insosso telão, como sempre acontece nesses eventos), não entenderam direito por que, afinal, a estrela não apareceu. Os organizadores da turnê deram uma justificativa telegráfica. Demi se internaria numa clínica de reabilitação para se tratar de problemas físicos e emocionais. Segundo os sites de celebridades e as agências de notícia, ela estaria se automutilando e sofrendo de transtornos alimentares. Na quarta-feira (17), surgiram boatos de que deixaria a clínica na próxima semana. O porta-voz da atriz negou. Disse que ela passará o Dia de Ação de Graças com a família, na clínica. A primeira coisa que nos vem à mente quando ouvimos histórias como essa é que o mundo do show business é insalubre e cruel. Crianças e adolescentes submetidos precocemente a tantas exigências (de produtividade, de excelência, de sobrevivência na selva da fama) não podem mesmo acabar bem. Essa é uma meia verdade. Pensar que nossos filhos e sobrinhos estão livres desses distúrbios simplesmente porque não são artistas mirins é se refugiar no conforto da alienação. A automutilação costuma começar na adolescência. É caracterizada por cortes provocados no próprio corpo com faca, gilete, arame, estilete, caco de vidro ou qualquer outro objeto cortante. A pessoa também pode se bater, se morder, se queimar. Segundo os psiquiatras, o problema não é fruto de uma pressão momentânea, de uma dificuldade circunstancial de lidar com dificuldades. Para que uma pessoa comece a se automutilar, ela precisa estar predisposta a isso. Os fatores de risco mais frequentes: * ter sofrido negligência, bullying ou abuso sexual na infância * ter baixa autoestima (sentir-se feia, gorda, etc) * usar drogas ou ter usuários de drogas na família * saber que algum amigo ou parente se automutilação A automutilação não é um diagnóstico, ainda não é considerada um transtorno isolado. É um comportamento que pode ocorrer em pessoas que sofrem de outros transtornos. É comum encontrar pessoas deprimidas ou bulímicas que também praticam automutilação. Por que, afinal, alguém faz isso? A explicação parte de duas raízes: uma biológica, outra psicológica. Quem tem o costume de se automutilar conta que não sente dor. Pelo contrário, diz sentir alívio de sensações opressoras como culpa, raiva, angústia, tristeza. Uma teoria de ordem biológica sugere que essas pessoas liberariam níveis elevados de endorfina no momento do corte. Níveis bem mais elevados do que liberam as pessoas que não sofrem desse problema e se cortam acidentalmente. Essa liberação exagerada de endorfinas seria a responsável pela sensação de bem-estar relatada por quem se automutila. O efeito dura pouco. Alguns minutos depois, a tristeza e a angústia voltam. Esse processo pode provocar dependência química. “Muitos pacientes acabam se viciando em automutilação. No começo, se automutilam quando estão tristes. Depois, fazem isso também quando estão felizes. É como os alcoólatras, que bebem na alegria e na tristeza”, diz a psiquiatra Jackeline Giusti, coordenadora do Ambulatório de Automutilação do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O laboratório que Jackeline coordena foi criado em 2005. Nos últimos anos, ela acompanhou 40 pacientes de 20 a 30 anos. Todos haviam começado a se automutilar na adolescência. Além da teoria biológica, existe também uma explicação de ordem psicológica. A maioria dos pacientes tem um traço comum: são pessoas que apresentam dificuldades para dar limites aos outros. Ouvem um monte de desaforos, coisas que consideram absurdas ou injustas, mas são incapazes de reagir à altura. “Em geral, têm uma autoestima muito baixa. Por isso, acham que não podem brigar com a amiga, mesmo quando a amiga está sendo injusta”, diz Jackeline. Resultado: ficam caladas e cheias de angústia. Se tiverem predisposição, se tiverem sido expostas aos fatores de risco mencionados acima, podem ter o destino de Demi Lovato. Essas meninas e esses meninos sofrem sem deixar pistas. São bons alunos, trabalham, estão no nosso convívio social. Podem ser mais quietos, às vezes mais depressivos, mas se comportam como a maioria. Não são delinquentes, não fazem nada que denuncie o tamanho do problema que enfrentam. Trancados no quarto ou escondidos em qualquer outro lugar, se automutilam. Depois escondem os ferimentos com blusas de mangas compridas. Infelizmente ainda existe muita desinformação e preconceito em torno desse assunto – assim como acontece com tantos outros males psiquiátricos. Mas é preciso saber que os casos de automutilação não são tão raros como podem parecer. Um estudo publicado neste ano no periódico científico Journal of Youth and Adolescence dá boas pistas sobre a extensão do problema. Os pesquisadores Amy M. Brausch, da Eastern Illinois University, e Peter M. Gutierrez, da University of Colorado, fizeram uma pesquisa com 373 estudantes do ensino médio, nos Estados Unidos. A idade média dos participantes era de 15 anos. Pouco mais da metade (52%) era composta por meninos e 48% por meninas. Segundo o trabalho, 21% dos estudantes se automutilavam. Mas eles não tinham intenção suicida. Sabiam que os cortes que provocavam não seriam fatais. A situação de 4% dos alunos era mais complicada: eles se automutilavam e relataram já ter tentado suicídio. O estudo, na íntegra, está disponível aqui. Não pretendo, com essa coluna, criar um tom alarmista. Nem induzir os pais a achar que todo adolescente é um automutilador em potencial. Gostaria apenas de mostrar que o sofrimento pode estar atingindo mais crianças, adolescentes e jovens do que estamos dispostos a imaginar. Se o sofrimento existe, ele não deve ser negligenciado. Quem passa pelo que Demi está passando precisa de tratamento psiquiátrico. Em geral, os médicos usam remédios para conter o impulso (neurolépticos, anticonvulsivantes etc) e para tratar a tristeza e a angústia (antidepressivos). A psicoterapia é fundamental porque ajuda o paciente a interpretar as situações de uma forma mais realista. E a se angustiar menos. Muitas mães devem estar se perguntando se a divulgação do caso de Demi Lovato pode estimular seus fãs a fazer o mesmo. Esse risco existe, ainda que em pequenas proporções. A melhor forma de evitá-lo é explicar às crianças que a automutilação não é uma moda, um jeito rebelde de ser. É a expressão do sofrimento. Demi está sofrendo e precisa de tratamento para voltar a ser a estrela que elas admiram. Conviver com a fama não deve ser fácil para nenhum adulto. Imaginem o que é isso para uma menina. O mais cruel é perceber que suas emoções mais íntimas viraram tema de fofoca e de conversa de mesa de bar. Demi merece todo o nosso respeito e nossa torcida pela sua recuperação. As crianças, espertas como são, merecem informações claras e corretas. Não meias verdades. |
| Postado por: Giulia Furtado | 0 Comentário(s) |
21/11 | Dueto de Demi Lovato e Joe Jonas em "Sonny With a Chance" |
O episódio natalino de "Sonny With a Chance" conta com a participação especial de Joe Jonas, amigo e ex-namorado de Demi Lovato. Confira o vídeo da participação do cantor na série, onde junto a Demi, ele realiza um dueto. |
| Postagem : Matheus |
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